Não conhecendo as Leis de Murphy a fundo, quase me atrevo a dizer que esta minha teoria dava direito a constar dos anais do género: é óbvio que quando digo que não vou escrever aqui nada tão depressa há-de acontecer alguma coisa e quando digo que vou ter postas de pescada fresquinhas todos os dias estou semanas à deriva.
Assim, e depois de ontem me ter despedido até 2007, cá estou, como aqueles visitas que aparecem sem avisar, mas agora também já tenho portões, temporários, mas isso não interessa nada.
O que interessa é que sinto que falhei redondamente nesta minha missão de “mestre”. Se levamos as coisas nas calmas, porque gritar com alguém não é seguramente a maneira de fazermos ver o nosso ponto de vista ou de mostrarmos que temos de caminhar todos no mesmo sentido, independentemente de o caminho mais rápido ser por um atalho, a verdade é que essa acalmia se há-de virar contra nós e depois já é tarde. Tarde para dar dois berros. Tarde para mudar de atitude. Tarde para fazer ver que não houve evolução. Tarde para ser má. Mas não é tarde para mudar de estratégia para as próximas missões. E isto sem querer falar no facto de acharmos que estamos a dar alguns docinhos e depois nos trazerem o papel de embrulho a dizer que era realmente bom, mas que já acabou.
Voltando ao início, e porque tudo isto é uma grande bola de neve – será que a 29 de Janeiro volta a nevar em Lisboa e arredores? – deixo uma suposta Lei de Murphy que encontrei na Wikipédia: “Sorria! Amanhã será pior!”
O meu canto é o meu espaço, onde vou dar a conhecer um pouco de mim, onde me vou libertar ou tão só refugiar
quinta-feira, dezembro 28, 2006
quarta-feira, dezembro 27, 2006
Obrigada a todos
Há muito que não fazia isto: passar um e-mail que gostei para aqui e, obviamente, dar um alô... Como tal, e em jeito de balanço - porque é quase garantido que só volto para o ano - deixo um e-mail que seguramente já muita gente recebeu, mas que, a meu ver, dá para perceber que nem tudo o que circula neste meio é verdade...
Um grande beijo a todos e um 2007 em grande! (ou pequeno, porque o tamanho não interessa nada)
Quero agradecer a todos os meus amigos que me reencaminharam e-mails em cadeia durante 2006. Graças à vossa indulgência e bondade:
- Parei de beber Coca-Cola desde que descobri que serve para retirar manchas da sanita.
- Parei de ir ao cinema, com medo de me sentar numa agulha infectada com sida.
- Cheiro a refogado, desde que parei de usar desodorizantes porque causam cancro.
- Não deixo o meu carro em parques de estacionamento nem em qualquer outro sítio, com medo de alguém me drogar com uma amostra de perfume e tentar assaltar-me.
- Também deixei de atender o telefone, com medo de me pedirem para marcar um número estúpido e receber uma conta de telefone infernal com chamadas para o Uganda, Kinchasa, Singapura e Cebolais de Cima.
- Também parei de beber da lata, com medo de ficar doente das fezes e urina de rato.
- Quando vou a festas, não olho para mulher nenhuma, por mais boa que seja, com medo que ela me leve para um hotel, me drogue e me retire os rins para vender no mercado negro.
- Também doei todas as minhas poupanças à conta da Amy Bruce, uma menina doente que está a morrer no hospital desde 1993, e que desde então tem 8 anos de idade.
- Quanto ao meu telemóvel Nokia grátis, nunca chegou, assim como as passagens que tinha ganho para umas férias pagas na Disneylandia.
NOTA IMPORTANTE:
- Se não enviares este e-mail a pelo menos 1247 pessoas nos próximos 10 segundos, um pássaro vai cagar na tua cabeça amanhã às 17:33.
Muito e muito obrigado.
Um grande beijo a todos e um 2007 em grande! (ou pequeno, porque o tamanho não interessa nada)
Quero agradecer a todos os meus amigos que me reencaminharam e-mails em cadeia durante 2006. Graças à vossa indulgência e bondade:
- Parei de beber Coca-Cola desde que descobri que serve para retirar manchas da sanita.
- Parei de ir ao cinema, com medo de me sentar numa agulha infectada com sida.
- Cheiro a refogado, desde que parei de usar desodorizantes porque causam cancro.
- Não deixo o meu carro em parques de estacionamento nem em qualquer outro sítio, com medo de alguém me drogar com uma amostra de perfume e tentar assaltar-me.
- Também deixei de atender o telefone, com medo de me pedirem para marcar um número estúpido e receber uma conta de telefone infernal com chamadas para o Uganda, Kinchasa, Singapura e Cebolais de Cima.
- Também parei de beber da lata, com medo de ficar doente das fezes e urina de rato.
- Quando vou a festas, não olho para mulher nenhuma, por mais boa que seja, com medo que ela me leve para um hotel, me drogue e me retire os rins para vender no mercado negro.
- Também doei todas as minhas poupanças à conta da Amy Bruce, uma menina doente que está a morrer no hospital desde 1993, e que desde então tem 8 anos de idade.
- Quanto ao meu telemóvel Nokia grátis, nunca chegou, assim como as passagens que tinha ganho para umas férias pagas na Disneylandia.
NOTA IMPORTANTE:
- Se não enviares este e-mail a pelo menos 1247 pessoas nos próximos 10 segundos, um pássaro vai cagar na tua cabeça amanhã às 17:33.
Muito e muito obrigado.
terça-feira, dezembro 19, 2006
O que será dos CTT?
Ontem chegou o primeiro postal de Natal, escrito a azul. Coisa rara nos dias de hoje, em que tudo o que queremos dizer enviamos por e-mail ou sms. E depois? Como é que enchemos aquelas caixinhas de papelão com flores, onde guardamos as cartas, os postais ou os bilhetes de comboio, para não esquecer aquela que foi a primeira viagem à terra da Heidi? Já o ano passado poucos enviei. Este ano, nem um. Mas, todos os anos ando à caça de imagens de Natal para criar os meus próprios postais. Há que ser diferente. Goste-se ou não, igual àquele não há mais nenhum, já para não falar naquela máxima de que “o que conta é a intenção”. E isto tudo para dizer que quando os servidores dão o berro ou temos de formatar o disco, tudo se perde e não há postais ou e-mails daqueles que em determinada altura da tua vida serviram de alento que resistam. Assim, a gerência deste canto, agradece a todos os interessados que lhe queiram enviar um postal de Natal ou tão-só uma carta a insultar.
quinta-feira, dezembro 07, 2006
quinta-feira, novembro 30, 2006
Será?
"Só escreve quem não está bem com a vida, quem está desde sempre descentrado e busca o irremediável equilíbrio nas palavras"
in Asfixia, de Pedro Paixão
in Asfixia, de Pedro Paixão
Pensamentos
O pensamento do dia poderia ser:
"Há mais pessoas que desistem do que pessoas que fracassam", de Henry Ford
Mas, a ocasião merece antes uma música:
muda de vida, se tu não vives satisfeito
muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
muda de vida, não deves viver contrafeito
muda de vida, se há vida em ti a latejar
Humanos
"Há mais pessoas que desistem do que pessoas que fracassam", de Henry Ford
Mas, a ocasião merece antes uma música:
muda de vida, se tu não vives satisfeito
muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
muda de vida, não deves viver contrafeito
muda de vida, se há vida em ti a latejar
Humanos
segunda-feira, novembro 27, 2006
O início
No início foi desta escultura que me lembrei. Era assim que me sentia, nua, de parte. Queria estar sozinha no meu canto, mas agora já não!A harmonia está de volta. A semana passada um feito surpreendente pelo telefone. Hoje, um aqui mesmo ao lado. E parece-me que esta onda vai continuar. Como se costuma dizer: "pobrete, mas alegrete", e é assim que me sinto.
domingo, novembro 26, 2006
quinta-feira, novembro 23, 2006
Vamos lá então fazer esse sacrifício
Um orgasmo global pela paz mundial
Uma página na internet convida todas as pessoas do mundo a ter relações sexuais no dia 22 de Dezembro. O objectivo é, através de um orgasmo global, canalizar toda a energia a favor da paz.
Mas que chatice, ainda falta um mês... bem, daqui até lá, treinemos para não falhar nesta missão tão nobre!
Uma página na internet convida todas as pessoas do mundo a ter relações sexuais no dia 22 de Dezembro. O objectivo é, através de um orgasmo global, canalizar toda a energia a favor da paz.
Mas que chatice, ainda falta um mês... bem, daqui até lá, treinemos para não falhar nesta missão tão nobre!
quarta-feira, novembro 22, 2006
Estou nas nuvens
Fazer uma reportagem sobre o papel de Markl no filme de animação Por Água Abaixo enquanto ouço a banda-sonora do Senhor dos Anéis é simplesmente divinal.
domingo, novembro 19, 2006
Coisas
A coisa estava a correr bem. Post diários, com algum interesse até, durante sete dias seguidinhos. A sensação de que estava a falhar, que tinha muitas coisas para dizer e que estavam a ficar para trás, sem que depois esta emmória já cansada apesar da tenra idade se lembrasse, que tinha algumas justificações a dar, como agora, “obrigaram-me” a dar sinais de vida. Mas este ritmo, em que o sinal está demasiadas vezes fechado, levou à quebra, à ruptura do compromisso comigo própria e voltei a falhar.
Guardadas na memória, prestes a passar para aqui, entre outras que entretanto deixaram de fazer sentido, está a história do regresso às aulas, onde passados quase dez anos aprendi qualquer coisa, que afinal as aulas podem ser interessantes e incentivar a pensar pela nossa própria cabeça, a questionar aquilo que nos dão como dado adquirido, numa hora tão fugaz que deixou o sentimento de quero mais. Está também uma história da redenção, já implícita neste post, porque também há que saber dar o braço a torcer. E depois estão todas aquelas coisas mais banais, para muitos, mas que marcam uma vida e uma carreira, como a entrevista de 20 minutos que teima em não sair do gravador, apesar de ter a noção de que dali vai sair uma obra-prima e não me sentir com plena capacidade para me dedicar a ela ou o facto de o fim do mês estar tão perto, mas ao mesmo tempo tão longe e com ele tanta coisa para resolver, para decidir, para mudar.
Normalmente não uso a palavra “coisa”, não gosto, as coisas têm nomes! Mas hoje não me apeteceu pensar nisso, da mesma maneira que não me apetece pensar que não estou a fazer muito sentido. Há dias assim...
Guardadas na memória, prestes a passar para aqui, entre outras que entretanto deixaram de fazer sentido, está a história do regresso às aulas, onde passados quase dez anos aprendi qualquer coisa, que afinal as aulas podem ser interessantes e incentivar a pensar pela nossa própria cabeça, a questionar aquilo que nos dão como dado adquirido, numa hora tão fugaz que deixou o sentimento de quero mais. Está também uma história da redenção, já implícita neste post, porque também há que saber dar o braço a torcer. E depois estão todas aquelas coisas mais banais, para muitos, mas que marcam uma vida e uma carreira, como a entrevista de 20 minutos que teima em não sair do gravador, apesar de ter a noção de que dali vai sair uma obra-prima e não me sentir com plena capacidade para me dedicar a ela ou o facto de o fim do mês estar tão perto, mas ao mesmo tempo tão longe e com ele tanta coisa para resolver, para decidir, para mudar.
Normalmente não uso a palavra “coisa”, não gosto, as coisas têm nomes! Mas hoje não me apeteceu pensar nisso, da mesma maneira que não me apetece pensar que não estou a fazer muito sentido. Há dias assim...
terça-feira, novembro 07, 2006
O comentário que virou post
A propósito do post "As mulheres e os carros" fui presenteada com este comentário que acho que deve aparecer na 1.ª página.
Obrigada JB
Sempre e nunca são palavras grandes demais. E mesmo que não fossem, todas as generalizações são abusivas (inclusive esta que acabei de fazer)...Ou seja, não, nem todos os homens pensam assim.E, já agora, relembro-vos um poema, que provavlemente já leram, mas que vem mesmo a calhar neste contexto:
"Certo dia parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espias. Espias de Deus, disfarçadas entre nós.
Pare para refletir sobre o sexto-sentido.Alguém duvida de que ele exista?
E como explicar que ela saiba exatamente qual mulher, entre as presentes, em uma reunião, seja aquela que dá em cima de você?
E quando ela antecipa que alguém tem algo contra você, que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o relacionamento?
E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco? Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar um avião pra São Paulo. Só meia-hora de vôo. Ela fala pra você levar um casaco, porque "vai fazer frio". Você não leva. O que acontece? O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase duas horas, depois que você já entrou, antes de decolar. O ar condicionado chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro!"Leve um sapato extra na mala, querido. Vai que você pisa numa poça..."Se você não levar o "sapato extra", meu amigo, leve dinheiro extra para comprar outro. Pois o seu estará, sem dúvida, molhado...
O sexto-sentido não faz sentido!
É a comunicação direta com Deus!Assim é muito fácil...
As mulheres são mães!E preparam, literalmente, gente dentro de si.Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal?
E não satisfeitas em ensinar a vida elas insistem em ensinar a vivê-la, de forma íntegra, oferecendo amor incondicional e disponibilidade integral.Fala-se em "praga de mãe", "amor de mãe", "coração de mãe"...
Tudo isso é meio mágico...Talvez Ele tenha instalado o dispositivo "coração de mãe" nos "anjos da guarda" de Seus filhos (que, aliás, foram criados à Sua imagem e semelhança).
As mulheres choram. Ou vazam? Ou extravazam?
Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres têm um não sei quê que não quer chorar, um não sei quê de fragilidade, um não sei quê de amor, um não sei quê de tempero divino, que tem um efeito devastador sobre os homens...
É choro feminino. É choro de mulher...
Já viram como as mulheres conversam com os olhos?
Elas conseguem pedir uma à outra para mudar de assunto com apenas um olhar.Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar.E apontam uma terceira pessoa com outro olhar.Quantos tipos de olhar existem?
Elas conhecem todos...
Parece que freqüentam escolas diferentes das que freqüentam os homens!E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.
EN-FEI-TI-ÇAM !
E tem mais! No tocante às profissões, por que se concentram nas áreas de Humanas?Para estudar os homens, é claro!Embora algumas disfarcem e estudem Exatas...
Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa seara. Ele, que estudou, como poucos, o comportamento humano, disse que a mulher era "um continente obscuro".Quer evidência maior do que essa?Qualquer um que ama se aproxima de Deus.E com as mulheres também é assim.
O amor as leva para perto dEle, já que Ele é o próprio amor. Por isso dizem "estar nas nuvens", quando apaixonadas.É sabido que as mulheres confundem sexo e amor.E isso seria uma falha, se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida.
Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado.Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo.Mas elas são anjos depois do sexo-amor.É nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos.E levitam.Algumas até voam.Mas os homens não sabem disso.E nem poderiam.Porque são tomados por um encantamentoque os faz dormir nessa hora."
(Luís Fernando Veríssimo)
Obrigada JB
Sempre e nunca são palavras grandes demais. E mesmo que não fossem, todas as generalizações são abusivas (inclusive esta que acabei de fazer)...Ou seja, não, nem todos os homens pensam assim.E, já agora, relembro-vos um poema, que provavlemente já leram, mas que vem mesmo a calhar neste contexto:
"Certo dia parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espias. Espias de Deus, disfarçadas entre nós.
Pare para refletir sobre o sexto-sentido.Alguém duvida de que ele exista?
E como explicar que ela saiba exatamente qual mulher, entre as presentes, em uma reunião, seja aquela que dá em cima de você?
E quando ela antecipa que alguém tem algo contra você, que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o relacionamento?
E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco? Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar um avião pra São Paulo. Só meia-hora de vôo. Ela fala pra você levar um casaco, porque "vai fazer frio". Você não leva. O que acontece? O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase duas horas, depois que você já entrou, antes de decolar. O ar condicionado chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro!"Leve um sapato extra na mala, querido. Vai que você pisa numa poça..."Se você não levar o "sapato extra", meu amigo, leve dinheiro extra para comprar outro. Pois o seu estará, sem dúvida, molhado...
O sexto-sentido não faz sentido!
É a comunicação direta com Deus!Assim é muito fácil...
As mulheres são mães!E preparam, literalmente, gente dentro de si.Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal?
E não satisfeitas em ensinar a vida elas insistem em ensinar a vivê-la, de forma íntegra, oferecendo amor incondicional e disponibilidade integral.Fala-se em "praga de mãe", "amor de mãe", "coração de mãe"...
Tudo isso é meio mágico...Talvez Ele tenha instalado o dispositivo "coração de mãe" nos "anjos da guarda" de Seus filhos (que, aliás, foram criados à Sua imagem e semelhança).
As mulheres choram. Ou vazam? Ou extravazam?
Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres têm um não sei quê que não quer chorar, um não sei quê de fragilidade, um não sei quê de amor, um não sei quê de tempero divino, que tem um efeito devastador sobre os homens...
É choro feminino. É choro de mulher...
Já viram como as mulheres conversam com os olhos?
Elas conseguem pedir uma à outra para mudar de assunto com apenas um olhar.Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar.E apontam uma terceira pessoa com outro olhar.Quantos tipos de olhar existem?
Elas conhecem todos...
Parece que freqüentam escolas diferentes das que freqüentam os homens!E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.
EN-FEI-TI-ÇAM !
E tem mais! No tocante às profissões, por que se concentram nas áreas de Humanas?Para estudar os homens, é claro!Embora algumas disfarcem e estudem Exatas...
Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa seara. Ele, que estudou, como poucos, o comportamento humano, disse que a mulher era "um continente obscuro".Quer evidência maior do que essa?Qualquer um que ama se aproxima de Deus.E com as mulheres também é assim.
O amor as leva para perto dEle, já que Ele é o próprio amor. Por isso dizem "estar nas nuvens", quando apaixonadas.É sabido que as mulheres confundem sexo e amor.E isso seria uma falha, se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida.
Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado.Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo.Mas elas são anjos depois do sexo-amor.É nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos.E levitam.Algumas até voam.Mas os homens não sabem disso.E nem poderiam.Porque são tomados por um encantamentoque os faz dormir nessa hora."
(Luís Fernando Veríssimo)
segunda-feira, novembro 06, 2006
O Perfume
Não me lembro ao certo o tempo que demorei, mas sei que não foi à 1.ª nem à 2.ª tentativa que o consegui ler de uma vez só. Um erro. Ou então não estava na altura certa para o ler. A verdade é que depois o adorei, mas também tenho uma explicação – que vale o que vale – para as dificuldades que tive. Não gosto de cheiros. Se for a passar em frente a uma perfumaria, mudo para o outro lado da rua. Antes dizia que o meu cheiro preferido era o dos coentros. Até cheguei a fazer velas com flores de coentros espigados a ver se dava resultado, mas a façanha não correu assim lá muito bem. Hoje em dia, que já estou mais crescida, já consigo apreciar alguns cheiros, acender umas velas lá por casa – adoro, sobretudo as de café – e até usar um perfumezito quando estou mais inspirada. Entrar em perfumarias continua a ser um sacrifício.
A foto em cima é do filme que quase garantidamente me vai fazer voltar a entrar numa sala de cinema, volvidos dois anos que estão desde a última vez. É de O Perfume, e deve ser a foto que melhor ilustra – pelo menos para mim – todas as sensações que o livro provoca. Ao ver esta imagem foi como se as palavras se reacendessem na minha mente e o cheiro da banca de peixe onde o Grenouille nasceu entrassem pelo nariz.
A foto em cima é do filme que quase garantidamente me vai fazer voltar a entrar numa sala de cinema, volvidos dois anos que estão desde a última vez. É de O Perfume, e deve ser a foto que melhor ilustra – pelo menos para mim – todas as sensações que o livro provoca. Ao ver esta imagem foi como se as palavras se reacendessem na minha mente e o cheiro da banca de peixe onde o Grenouille nasceu entrassem pelo nariz.
domingo, novembro 05, 2006
A nossa vida resumida
sábado, novembro 04, 2006
As mulheres e os carros
Que quando se tira a carta de condução se devia aprender a mudar pneus já ninguém dúvida – se bem que a ideia de ficar parada à espera que chegue um daqueles meninos que agora fazem o anúncio da OK Teleseguro para ajudar também não é má de todo -, agora o que os homens ainda não aprenderam foi a acreditar nas “sensações” femininas.
Parei o carro, saí e disse-lhe que estava a ouvir um barulho estranho, estilo pneu a vazar. Deve ser de estar a chover e do carro estar quente... sim, sim. Foi só sair da loja e chegar ao pé do carro para ver o pneu completamente em baixo. Rasgado de uma ponta à outra. A ajudar à festa só mesmo o facto de o pneu suplente estar vazio e termos de ligar a alguém para nos levar até à bomba de gasolina mais próxima para o enchermos. Help!!!! Vá lá que a chuva não nos brindou com a sua presença.
Meus senhores, que nós não percebemos de mecânica já vocês estão fartinhos de saber, agora, por favor, dêem-nos um pouco de atenção e não achem que o que nós ouvimos são sons vindos de outro planeta.
Parei o carro, saí e disse-lhe que estava a ouvir um barulho estranho, estilo pneu a vazar. Deve ser de estar a chover e do carro estar quente... sim, sim. Foi só sair da loja e chegar ao pé do carro para ver o pneu completamente em baixo. Rasgado de uma ponta à outra. A ajudar à festa só mesmo o facto de o pneu suplente estar vazio e termos de ligar a alguém para nos levar até à bomba de gasolina mais próxima para o enchermos. Help!!!! Vá lá que a chuva não nos brindou com a sua presença.
Meus senhores, que nós não percebemos de mecânica já vocês estão fartinhos de saber, agora, por favor, dêem-nos um pouco de atenção e não achem que o que nós ouvimos são sons vindos de outro planeta.
sexta-feira, novembro 03, 2006
Homem electrocutado por uma catenária
Este é o título de uma notícia que saiu hoje no Jornal de Notícias e, eis que, esta mente brilhante, do alto da sua ignorância, ao ler a frase, faz a seguinte associação: será que uma catenária é uma ave estilo raia que dá choques? Vá-se lá perceber as coisas que me passam pela cabeça…
Do piorzinho que já ouvi
A caminho de casa, enquanto fazia zapping pelos postos de rádio, eis que ouço esta pérola…
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Como beber dessa bebida amarga
Tragar a dor, engolir a labuta
Mesmo calada a boca, resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira, tanta força bruta
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada pra a qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
(…)
Letra e música: Gilberto Gil, Chico Buarque (1973)
Há mais mas não vos quero massacrar com o “afasta de mim esse cálice” repetido até à exaustão, e vendo assim, a letra até pode ser interessante, mas ouvida esta música é má, muito má. Das piorzinhas de sempre. Ou então sou eu que realmente não percebo nada de música!
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Como beber dessa bebida amarga
Tragar a dor, engolir a labuta
Mesmo calada a boca, resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira, tanta força bruta
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada pra a qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
(…)
Letra e música: Gilberto Gil, Chico Buarque (1973)
Há mais mas não vos quero massacrar com o “afasta de mim esse cálice” repetido até à exaustão, e vendo assim, a letra até pode ser interessante, mas ouvida esta música é má, muito má. Das piorzinhas de sempre. Ou então sou eu que realmente não percebo nada de música!
quinta-feira, novembro 02, 2006
Blogues portugueses a concurso
Já não sei onde, mas vi que há dois blogues portugueses que estão nomeados para uns prémios quaisquer e que ainda por cima podemos dar o nosso contributo na votação, mas sinceramente não retive essa informação. E porquê? Porque segui os links e fui parar a dois blogues nada apelativos. Que me desculpem a sinceridade mas é mesmo assim. Bem sei que o meu também é igual a outros milhentos, mas eu que não tenho jeito para o design tenho de me sujeitar à capacidade artística de outros. Mas, voltando aos blogues em questão, o podComer e o Diário de um Quiosque, como é que alguém ainda lê isto? Mas isto só pode ser uma cena de gaja, sobretudo com muito mau feitio. É que eu, independentemente do conteúdo, por mais absurdo que isto possa parecer, se o layout não for minimamente interessante nem consigo ler. Fico logo com a vista cansada e a querer saltar dali para fora. Que me desculpem os autores destes blogues, cujo mérito ninguém lhes tira, mas por favor: se ganharem o prémio, façam uma reformulaçãozinha, pode ser?
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