O meu canto é o meu espaço, onde vou dar a conhecer um pouco de mim, onde me vou libertar ou tão só refugiar
sexta-feira, junho 29, 2007
quinta-feira, junho 28, 2007
Regras protocolares
terça-feira, junho 26, 2007
Um talento perdido
É muito jogo de cintura
segunda-feira, junho 25, 2007
domingo, junho 17, 2007
Procura-se!
E como normalmente é mais fácil falarmos do que está mal e do que nos incomoda, aproveito para dizer que se não fosse ter o chefe que tenho, já me tinha mexido há muito mais tempo. Obrigada, Boss!
sexta-feira, junho 15, 2007
Have a little faith
quinta-feira, junho 14, 2007
?
quarta-feira, junho 06, 2007
Ironias
Água
Porque é que os velhos dão moedas
às crianças para comprarem pirolitos,
se há tantos de borla no mar?
Se gostaram, há mais aqui.
quinta-feira, maio 31, 2007
quarta-feira, maio 30, 2007
Bem-vindos
“Boa noite, somos os The Police e estamos de volta.”
Estádio Nacional, 25 de Setembro.
Bilhetes entre 55 e 95€.
terça-feira, maio 29, 2007
Cada coisa a seu tempo
As coisas chegam provavelmente no momento justo. Mas por vezes nunca chegam e eu sei o que é a dor terrível dos que vivem essa situação. Só acredito na arte que nasce de uma necessidade interior. A que nunca nos deixa.
Elisabeth Kontomanou, cantora de Jazz do Ano em 2006
Grande cena
domingo, maio 27, 2007
Acerca da consciência e cobardia*
Na semana passada, os Da Weasel foram uma das bandas a passar pelo palco principal do Creamfields Lisboa. A certa altura, o Pacman virou-se para o público e perguntou se ali estava algum filho da puta do PNR, a que se seguiram alguns ataques ao líder do partido e seus elementos. Na crónica de hoje, que escreve para a revista do Correio da Manhã, Pacman assume que durante os concertos está numa espécie de transe difícil de explicar. Vai daí os insultos. Diz ainda que questionou alguns amigos a saber se fariam o mesmo, acrescentando que na altura pensou logo que estava lixado. Eu, que estava lá, confesso que fiquei boquiaberta com a atitude e pensei exactamente o mesmo que ele. No entanto, não deixo de querer acreditar que, apesar do tal estado de transe, foi mesmo um acto de coragem. Só ainda não consegui perceber se é isto que queremos, se é assim que se fazem as coisas... se por um lado devemos defender que não é a cor da pele que interessa, que é o que a pessoa é e faz no seu dia-a-dia, não sei se a melhor maneira de o fazermos é alimentar este tipo de atitudes de pessoas que dizem prezar a família acima de tudo, mas que assumem, claramente, que o que querem é acabar com os imigrantes e com os gays. Não conseguindo fazer isso muitas vezes, parece-me que há umas quantas que o melhor é mesmo ignorar.
* título roubado à crónica do Pacman
quinta-feira, maio 24, 2007
Se, se e mais se
Vamos mas é trabalhar e fazer com que as coisas aconteçam, sem estar a viver de cenários hipotéticos! Boa?
quarta-feira, maio 23, 2007
Decoro ou egocentrismo?
quinta-feira, maio 17, 2007
Um de cada vez, sim? E de forma ordeira
Alexandre Pais, director do Record, escreve também para a Sábado. Numa das suas crónicas diz “gosto que quem me lê me conheça para que possa dar às opiniões que produzo a sua importância relativa”. Assim sou eu também. Portanto, não se acanhem. O que querem saber de mim seus meia dúzia de gatos-pingados que por aqui passam?
E vá, não me deixem ficar triste, sem perguntas, a pensar que na verdade só passam por aqui por engano e não querem saber de mim.
Não me façam vir eu própria fazer perguntas, please!!!
para onde mando o CV, mesmo?