O meu canto é o meu espaço, onde vou dar a conhecer um pouco de mim, onde me vou libertar ou tão só refugiar
sexta-feira, dezembro 29, 2006
Para 2007
Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.
quinta-feira, dezembro 28, 2006
A vã glória de tentar ensinar
Assim, e depois de ontem me ter despedido até 2007, cá estou, como aqueles visitas que aparecem sem avisar, mas agora também já tenho portões, temporários, mas isso não interessa nada.
O que interessa é que sinto que falhei redondamente nesta minha missão de “mestre”. Se levamos as coisas nas calmas, porque gritar com alguém não é seguramente a maneira de fazermos ver o nosso ponto de vista ou de mostrarmos que temos de caminhar todos no mesmo sentido, independentemente de o caminho mais rápido ser por um atalho, a verdade é que essa acalmia se há-de virar contra nós e depois já é tarde. Tarde para dar dois berros. Tarde para mudar de atitude. Tarde para fazer ver que não houve evolução. Tarde para ser má. Mas não é tarde para mudar de estratégia para as próximas missões. E isto sem querer falar no facto de acharmos que estamos a dar alguns docinhos e depois nos trazerem o papel de embrulho a dizer que era realmente bom, mas que já acabou.
Voltando ao início, e porque tudo isto é uma grande bola de neve – será que a 29 de Janeiro volta a nevar em Lisboa e arredores? – deixo uma suposta Lei de Murphy que encontrei na Wikipédia: “Sorria! Amanhã será pior!”
quarta-feira, dezembro 27, 2006
Obrigada a todos
Um grande beijo a todos e um 2007 em grande! (ou pequeno, porque o tamanho não interessa nada)
Quero agradecer a todos os meus amigos que me reencaminharam e-mails em cadeia durante 2006. Graças à vossa indulgência e bondade:
- Parei de beber Coca-Cola desde que descobri que serve para retirar manchas da sanita.
- Parei de ir ao cinema, com medo de me sentar numa agulha infectada com sida.
- Cheiro a refogado, desde que parei de usar desodorizantes porque causam cancro.
- Não deixo o meu carro em parques de estacionamento nem em qualquer outro sítio, com medo de alguém me drogar com uma amostra de perfume e tentar assaltar-me.
- Também deixei de atender o telefone, com medo de me pedirem para marcar um número estúpido e receber uma conta de telefone infernal com chamadas para o Uganda, Kinchasa, Singapura e Cebolais de Cima.
- Também parei de beber da lata, com medo de ficar doente das fezes e urina de rato.
- Quando vou a festas, não olho para mulher nenhuma, por mais boa que seja, com medo que ela me leve para um hotel, me drogue e me retire os rins para vender no mercado negro.
- Também doei todas as minhas poupanças à conta da Amy Bruce, uma menina doente que está a morrer no hospital desde 1993, e que desde então tem 8 anos de idade.
- Quanto ao meu telemóvel Nokia grátis, nunca chegou, assim como as passagens que tinha ganho para umas férias pagas na Disneylandia.
NOTA IMPORTANTE:
- Se não enviares este e-mail a pelo menos 1247 pessoas nos próximos 10 segundos, um pássaro vai cagar na tua cabeça amanhã às 17:33.
Muito e muito obrigado.
terça-feira, dezembro 19, 2006
O que será dos CTT?
quinta-feira, dezembro 07, 2006
quinta-feira, novembro 30, 2006
Será?
in Asfixia, de Pedro Paixão
Pensamentos
"Há mais pessoas que desistem do que pessoas que fracassam", de Henry Ford
Mas, a ocasião merece antes uma música:
muda de vida, se tu não vives satisfeito
muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
muda de vida, não deves viver contrafeito
muda de vida, se há vida em ti a latejar
Humanos
segunda-feira, novembro 27, 2006
O início

A harmonia está de volta. A semana passada um feito surpreendente pelo telefone. Hoje, um aqui mesmo ao lado. E parece-me que esta onda vai continuar. Como se costuma dizer: "pobrete, mas alegrete", e é assim que me sinto.
domingo, novembro 26, 2006
quinta-feira, novembro 23, 2006
Vamos lá então fazer esse sacrifício
Uma página na internet convida todas as pessoas do mundo a ter relações sexuais no dia 22 de Dezembro. O objectivo é, através de um orgasmo global, canalizar toda a energia a favor da paz.
Mas que chatice, ainda falta um mês... bem, daqui até lá, treinemos para não falhar nesta missão tão nobre!
quarta-feira, novembro 22, 2006
Estou nas nuvens
domingo, novembro 19, 2006
Coisas
Guardadas na memória, prestes a passar para aqui, entre outras que entretanto deixaram de fazer sentido, está a história do regresso às aulas, onde passados quase dez anos aprendi qualquer coisa, que afinal as aulas podem ser interessantes e incentivar a pensar pela nossa própria cabeça, a questionar aquilo que nos dão como dado adquirido, numa hora tão fugaz que deixou o sentimento de quero mais. Está também uma história da redenção, já implícita neste post, porque também há que saber dar o braço a torcer. E depois estão todas aquelas coisas mais banais, para muitos, mas que marcam uma vida e uma carreira, como a entrevista de 20 minutos que teima em não sair do gravador, apesar de ter a noção de que dali vai sair uma obra-prima e não me sentir com plena capacidade para me dedicar a ela ou o facto de o fim do mês estar tão perto, mas ao mesmo tempo tão longe e com ele tanta coisa para resolver, para decidir, para mudar.
Normalmente não uso a palavra “coisa”, não gosto, as coisas têm nomes! Mas hoje não me apeteceu pensar nisso, da mesma maneira que não me apetece pensar que não estou a fazer muito sentido. Há dias assim...
terça-feira, novembro 07, 2006
O comentário que virou post
Obrigada JB
Sempre e nunca são palavras grandes demais. E mesmo que não fossem, todas as generalizações são abusivas (inclusive esta que acabei de fazer)...Ou seja, não, nem todos os homens pensam assim.E, já agora, relembro-vos um poema, que provavlemente já leram, mas que vem mesmo a calhar neste contexto:
"Certo dia parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espias. Espias de Deus, disfarçadas entre nós.
Pare para refletir sobre o sexto-sentido.Alguém duvida de que ele exista?
E como explicar que ela saiba exatamente qual mulher, entre as presentes, em uma reunião, seja aquela que dá em cima de você?
E quando ela antecipa que alguém tem algo contra você, que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o relacionamento?
E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco? Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar um avião pra São Paulo. Só meia-hora de vôo. Ela fala pra você levar um casaco, porque "vai fazer frio". Você não leva. O que acontece? O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase duas horas, depois que você já entrou, antes de decolar. O ar condicionado chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro!"Leve um sapato extra na mala, querido. Vai que você pisa numa poça..."Se você não levar o "sapato extra", meu amigo, leve dinheiro extra para comprar outro. Pois o seu estará, sem dúvida, molhado...
O sexto-sentido não faz sentido!
É a comunicação direta com Deus!Assim é muito fácil...
As mulheres são mães!E preparam, literalmente, gente dentro de si.Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal?
E não satisfeitas em ensinar a vida elas insistem em ensinar a vivê-la, de forma íntegra, oferecendo amor incondicional e disponibilidade integral.Fala-se em "praga de mãe", "amor de mãe", "coração de mãe"...
Tudo isso é meio mágico...Talvez Ele tenha instalado o dispositivo "coração de mãe" nos "anjos da guarda" de Seus filhos (que, aliás, foram criados à Sua imagem e semelhança).
As mulheres choram. Ou vazam? Ou extravazam?
Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres têm um não sei quê que não quer chorar, um não sei quê de fragilidade, um não sei quê de amor, um não sei quê de tempero divino, que tem um efeito devastador sobre os homens...
É choro feminino. É choro de mulher...
Já viram como as mulheres conversam com os olhos?
Elas conseguem pedir uma à outra para mudar de assunto com apenas um olhar.Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar.E apontam uma terceira pessoa com outro olhar.Quantos tipos de olhar existem?
Elas conhecem todos...
Parece que freqüentam escolas diferentes das que freqüentam os homens!E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.
EN-FEI-TI-ÇAM !
E tem mais! No tocante às profissões, por que se concentram nas áreas de Humanas?Para estudar os homens, é claro!Embora algumas disfarcem e estudem Exatas...
Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa seara. Ele, que estudou, como poucos, o comportamento humano, disse que a mulher era "um continente obscuro".Quer evidência maior do que essa?Qualquer um que ama se aproxima de Deus.E com as mulheres também é assim.
O amor as leva para perto dEle, já que Ele é o próprio amor. Por isso dizem "estar nas nuvens", quando apaixonadas.É sabido que as mulheres confundem sexo e amor.E isso seria uma falha, se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida.
Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado.Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo.Mas elas são anjos depois do sexo-amor.É nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos.E levitam.Algumas até voam.Mas os homens não sabem disso.E nem poderiam.Porque são tomados por um encantamentoque os faz dormir nessa hora."
(Luís Fernando Veríssimo)
segunda-feira, novembro 06, 2006
O Perfume

domingo, novembro 05, 2006
A nossa vida resumida
sábado, novembro 04, 2006
As mulheres e os carros
Parei o carro, saí e disse-lhe que estava a ouvir um barulho estranho, estilo pneu a vazar. Deve ser de estar a chover e do carro estar quente... sim, sim. Foi só sair da loja e chegar ao pé do carro para ver o pneu completamente em baixo. Rasgado de uma ponta à outra. A ajudar à festa só mesmo o facto de o pneu suplente estar vazio e termos de ligar a alguém para nos levar até à bomba de gasolina mais próxima para o enchermos. Help!!!! Vá lá que a chuva não nos brindou com a sua presença.
Meus senhores, que nós não percebemos de mecânica já vocês estão fartinhos de saber, agora, por favor, dêem-nos um pouco de atenção e não achem que o que nós ouvimos são sons vindos de outro planeta.
sexta-feira, novembro 03, 2006
Homem electrocutado por uma catenária
Do piorzinho que já ouvi
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Como beber dessa bebida amarga
Tragar a dor, engolir a labuta
Mesmo calada a boca, resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira, tanta força bruta
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada pra a qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue
(…)
Letra e música: Gilberto Gil, Chico Buarque (1973)
Há mais mas não vos quero massacrar com o “afasta de mim esse cálice” repetido até à exaustão, e vendo assim, a letra até pode ser interessante, mas ouvida esta música é má, muito má. Das piorzinhas de sempre. Ou então sou eu que realmente não percebo nada de música!
quinta-feira, novembro 02, 2006
Blogues portugueses a concurso
Festival da engorda em Óbidos
Hoje, vinha no carro, quando ouvi a notícia da edição deste ano, que hoje começa. Para entrar na vila tem de se pagar 3€, se for de semana, e 5€ ao fim-de-semana. O que se calhar a maior parte das pessoas não sabe é que depois de estarmos lá dentro, alguns sítios ainda têm de ser pagos à parte, já para não falar nas filas intermináveis.
Ou seja, para quem não conheça Óbidos é uma boa desculpa para ficar a conhecer – se forem durante a semana para fugir à confusão -, mas para quem conhece, sinceramente – e sem ser a desculpa de se encontrar tudo e mais alguma coisa que a nossa imaginação já conseguiu inventar – é melhor deixar para outra altura. As partes mais interessantes são bastante perceptíveis na TV. Fica a faltar o chocolate, é verdade! Mas nada que um belo Toblerone ou um Milka, comprados num qualquer supermercado, não resolvam ;)
Também podia dizer que o Festival é um espectáculo e que as esculturas em chocolate são mesmo de deixar qualquer um de boca aberta, pela grandiosidade, pela capacidade de apelarem ao nosso lado mais infantil, pelas horas que demoraram a ser produzidas e pela beleza natural, que só dá para apreciar ao vivo, mas hoje estou numa de me queixar do preço...
quarta-feira, novembro 01, 2006
E parece que foi ontem

Este foi o bolo com que presenteámos os amigos que vieram jantar connosco neste dia tão especial.
sexta-feira, outubro 27, 2006
Será que isto só vem com a idade?
Wayne Shorter, do Quarteto Wayne Shorter
segunda-feira, outubro 23, 2006
Fim-de-semana cultural
Sábado à noite: uma versão com legendas brasileiras, quando as havia, daqueles DVD de leve 3 pague 5€ que uma vizinha me emprestou, do Click. Do filme, o que é que posso dizer? Que me fez repensar a minha vidinha… basicamente Adam Sandler é um workaholic que arranja um controlo universal, que até comanda as pessoas e o faz passar a sua vida toda em fwd sem se aperceber do que está a desperdiçar. Mas, como todo o bom filme que se preze – e atenção que vou contar o fim, por isso, se estiverem com ideias de ir ver, não leiam – no fim descobre-se que afinal ele estava a sonhar… Obviamente que o filme é muito mais que isto e aconselho a verem, quanto mais não seja pelo lado divertido da coisa, afinal quem de nós não gostaria de, às vezes, ter um destes comandos para passar à frente as partes mais chatas?
Domingo à noite (enquanto os homens foram ao futebol): As mulheres da minha vida, no Tivoli, com António Fagundes, um dos predilectos de mamãe, em que o resultado final é quase o mesmo do filme de sábado. Trabalho, trabalho, trabalho e a vida ali mesmo ao lado a passar quase sem darmos por ela. Mas esta peça também se recomenda. Não só pelo galã, mas pela história fora do normal, que basicamente fala dum escritor que tem conversas imaginárias com as mulheres da sua vida - a mulher que morreu, a filha (em criança e já na faculdade), a actual mulher (com quem está a atravessar uma crise conjugal) e a analista, conseguindo juntá-las a todas em pensamento. Uma história diferente, mas que também nos faz pensar - quantas e quantas vezes não tivémos já conversas imaginárias que nem sempre arranjamos coragem de ter presencialmente, até um dia...
sábado, outubro 21, 2006
Eu não disse que estava doente?
Assim, vou deixar-vos aqui as minhas preferidas. Se tiverem mais ideias, aceitam-se sugestões!
Funcionário Público
É no túmulo ao lado!
Polícia
Está a olhar para o quê? Circule, circule.
Enólogo
Cadáver envelhecido em caixão de carvalho, aroma formol que denota a presença de microorganismos diversos.
e, para acabar em beleza:
Hipocondríaco
Eu não disse que estava doente?
sexta-feira, outubro 20, 2006
Estrelas desalinhadas
Mas o alinhar de estrelas não foi perfeito, alguma conjuntura maior provocou um desalinhamento – ou talvez não, talvez não seja porque ainda não tinha de ser – e o sonho não se concretizou.
Fico à espera de novo alinhamento celestial…
terça-feira, outubro 17, 2006
segunda-feira, outubro 16, 2006
No que dá inventarem e-mails
Na sequência daqueles e-mails que todos já recebemos de alguém que precisa de sangue, que tem uma doença raríssima ou que desapareceu e que depois se vem a ver que afinal não são reais, tal como a Visão investigou e publicou uma reportagem a alertar para estes falsos e-mails, a semana passada recebi um e-mail que dava conta do desaparecimento de José Luís Lopes de Albuquerque d’Orey. Obviamente, agora sei que estupidamente, apaguei-o logo. Ainda li na diagonal, mas a verdade, tenho de admitir, é que neste tipo de situações não reencaminho para ninguém, apago logo.
Agora sei que a situação é verídica, pelo que deixo aqui o link para uma das muitas notícias que entretanto saíram, tentando assim dar o meu singelo contributo para que se encontre o senhor.
domingo, outubro 15, 2006
trovão
s. m.,
estrondo produzido no ar por descarga de electricidade atmosférica;
coisa ou som espantoso.
E estão mesmo aqui por cima...
Que mundo é este?
Notícia aqui
quarta-feira, outubro 11, 2006
Robin Hood, Robin Hood
Universidade Nottingham cria mestrado sobre Robin dos Bosques
Será que ficamos mestres em roubar aos ricos para dar aos pobres? Ou ficamos como a Floribella, rica em sonhos e pobre, pobre em ouro?
Notícia aqui
terça-feira, outubro 10, 2006
My precious
Lembro-me quando fui ver A Irmandade do Anel, o primeiro da saga, que quando chegou ao fim, me levantei, estavam ainda os créditos a passar, e um senhor atrás de mim me disse para me sentar que o filme ainda não tinha acabado, que não podia acabar assim. Deu-me vontade de lhe responder que se lesse os livros talvez soubesse que naquele dia não ia ficar a saber mais nada sobre a viagem da Irmandade pela Terra Média e das batalhas que viriam a travar a seguir, mas não. Segui o meu caminho e é por comentários como estes que não é de admirar que as pessoas não gostem de O Senhor dos Anéis. Era tão mais fácil se antes de escolherem o filme, sobretudo quando se fala de filmes deste género, se informassem um pouco sobre a história.
Obrigada JB.
Notícia aqui
Sopa da pedra XL
domingo, outubro 08, 2006
sábado, outubro 07, 2006
Home sweet home
E eis que, ao tentar esvaziar a caixa de correio, encontro o seguinte e-mail, que aqui transcrevo com as devidas alterações. Gostei!
Sabes onde é que estão os amigos fixes, mas mesmo fixes, mesmo mesmo... eh pá fixes?! Aqueles amigos que tu olhas para eles e dizes: "Eh pá!! ... estes amigos são mesmo fixes!"
Sabes onde é que eles estão, esses amigos tão fixes que até chateiam por tão fixes que são, os marotos ?! Sabes onde é que eles estão ?? Sabes? Sabes?! ...
SABES?? ...
Eu sei!...
Estão agarrados ao computador a ler esta mensagem!
domingo, outubro 01, 2006
Inté...
segunda-feira, setembro 25, 2006
Preto no branco
quinta-feira, setembro 21, 2006
Regresso a meio gás
A falta de tempo já não é desculpa. A falta de inspiração muito menos, mas então porque é que esta casa foi deixada ao abandono? Porque é que agora só escrevo enquanto estou sentada num banco de jardim à espera da hora do próximo compromisso? Tanto se passou nos entretantos e nada foi dito. Provavelmente também não iam interessar, mas são acontecimentos que fazem parte da minha vida e que quando a memória me atraiçoar – apesar de esperar que isso aconteça lá para os 98 anos, se bem que também não sei bem se quero chegar a essa idade – o que já começa a acontecer, vão ficar para sempre perdidos e não vai haver ninguém para se lembrar daquela vez em que… e não, não me vou atrever a dar exemplos. Um dia, talvez um dia – porque sei que ele vai chegar – ganhe novamente coragem ou me esconda atrás de um pseudónimo, quem sabe?, e consiga falar de mim, mas só para aqueles que já me conhecem e identificam à légua a origem, sem a sensação de me sentir quase violada.
Mas que porra de post este para quem há tanto tempo não aparece por estas bandas… foi o possível. E agora, a parte lamechas: obrigada a todos os que não desistiram de passar por aqui.
São 20h25 (eram, na altura em que escrevi isto no bloco que me acompanha quase para todo o lado) – continuo à espera de mais um encontro, mais um e-mail para os contactos, mais um telefone para a agenda e muitas, muitas mais experiências.
segunda-feira, agosto 28, 2006
Vicissitudes
quinta-feira, agosto 24, 2006
Coitadinho do Plutão
Ao que parece, o Plutão andou a enganar-nos a todos durante anos e anos. Pensava-se que era um planeta, mas afinal, devido às suas dimensões – é mais pequeno que a Lua – e por ser diferente dos demais, vai deixar de pertencer a esta classe. E só me lembro da lengalenga que aprendemos na escola: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urânio, Neptuno e Plutão, que sabíamos de trás para a frente sem nos enganarmos. Reis, rios e afins, nunca fui muito boa a decorar, mas esta é daquelas mnemónicas (será que se pode considerar mnemónica?) que não esqueço.
E por falar nos tempos de escola, lembro-me de aprender uma canção para decorar um verbo em francês, que também adoro!
je suis
tu es
il est
à la classe de français
nous sommes
vous etes
ils sont
attentive à lá leçon
E pronto, foi o momento nostálgico do dia… só espero não me ter enganado no francês ;0)
Notícia do Plutão excêntrico aqui.
quarta-feira, agosto 23, 2006
terça-feira, agosto 22, 2006
23:23
Não sei porquê, mas acho mesmo piada a esta sequência de números!
sexta-feira, agosto 18, 2006
É aqui a secção de perdidos e achados?
Ainda assim, dou por mim a pensar o quão fascinante poderá ser, mas isto também pode ser o meu lado coscuvilheira a falar. Encontrar os objectos mais disparatados, fotografias, cartas e, qual Amélie Poulain (também fazia brincos com as cerejas e também adoro deitar-me numa cama acabada de fazer), tentar descobrir o saudoso dono para lhes fazer chegar os seus pertences.
Lembro-me de, há cerca de 4 anos, a minha mãe ter encontrado uns rolos fotográficos num sítio, daqueles turísticos mas isolados, onde foi. Como não viu ninguém, resolveu trazê-los e revelá-los. Escolhemos algumas fotos e elaborámos um e-mail que iria funcionar quase como spam, numa tentativa vã de encontrar os seus donos. Eu, que já me armei em especialista em máquinas fotográficas e consegui apagar todas as fotos do dia do casamento de um dos nossos primos e melhores amigos, sei o que é ficar sem aquelas fotos para mais tarde recordar, sei a frustração que se sente… e gostava mesmo de andar entre perdidos e achados a vasculhar tudo, a tentar encontrar pistas para chegar aos donos!
Notícia aqui.
Já ou ainda?
Descubro que ela tem um blog e tremo. Tenho de a avisar! Ou não. Não sei o que fazer e vou para o meu canto com o ar mais despercebido que consigo, enquanto as memórias se reavivam. Pode ser que não seja nada por aí além.
Descubro que não lido bem com pessoas mal criadas e mal agradecidas e os assuntos pendentes começam a fazer mossa nas reacções. Enquanto vou à casa de banho penso que preciso de um cigarro, e eu nem fumo, e dou por mim a pensar que estou a ter atitudes que tão bem identifico nos Gémeos, e eu não sou assim. Estou cansada…
quinta-feira, agosto 17, 2006
Já os Heróis do Mar cantavam O Inventor
“Mal se soube que um avião da United Airlines, que fazia a ligação entre Londres e Washington, saiu da rota e aterrou em Boston, Massachusetts, houve logo informações de que uma mulher a bordo transportava uma chave de parafusos, um tubo de vaselina e um bilhete que denunciava a ligação à rede terrorista al-Qaeda. Todas essas informações eram, soube-se depois, falsas, excepto a da existência de uma mulher que causou distúrbios e teve de ser amarrada, só que devido a um ataque de claustrofobia.”
quarta-feira, agosto 16, 2006
Amanhã ele não vai trabalhar
Ora vejam e depois digam-me se ele não é louco!
Amanhã não venho
Afinal isto não é uma democracia?
sexta-feira, agosto 11, 2006
Se não for pedir muito
E agora vou-me embora para um merecido fim-de-semana prolongado. Um grande beijinho!
A minha é maior que a tua!
título feito a pensar no mito (ou não...) de que quando os homens vão ao WC gostam de comparar tamanhos. as senhoras às vezes, muitas vezes até, também são assim, mas em todas as situações!
quinta-feira, agosto 10, 2006
Conquilhas
terça-feira, agosto 08, 2006
O n.º 26
E é nestas alturas que o telefone toca sempre...
quinta-feira, agosto 03, 2006
Jorge de Brito (1928-2006)
Gostei de ler!
O bancário que se tornou banqueiro
Arrumos
À falta do que fazer e com vontade de mudar alguma coisa, vou espreitando os links dos outrora meus favoritos e renovando a listagem. Preciso de novas leituras, novos formatos, novas caras.
Vamos ver quanto tempo vai demorar até voltar a ter mesma lista.
quarta-feira, agosto 02, 2006
Gosto tanto, mas tanto...
A situação já não é inédita. A mais caricata foi a de uma senhora que apanhou os meus dados num site de uma amiga e resolveu entrar em contacto comigo para me oferecer os mesmos serviços que essa minha amiga. O que a senhora não sabia era que eu não precisava dos seus serviços e aquilo era uma brincadeira. Escusado será dizer que essa senhora levou uma resposta à altura do acto que tinha feito. Afinal, já não bastava ir buscar os meus dados à concorrência, como ainda mencionava que era assim que tinha ficado a par do meu suposto interesse por serviços daquele género.
Agora, enquanto nada se passa neste país à espera que o mês de férias se passe, recebi um e-mail de outra senhora que não conheço de lado nenhum e que apanhou o meu e-mail através dum colega de trabalho (calculo eu…), que me dá a conhecer uns novos cursos de musculação e afins.
Obviamente que é assim que se criam as bases de dados, mas faz-me alguma confusão este tipo de pessoas. Obviamente também, esta senhora vai receber uma resposta de volta e, enquanto a escrevo e antes ainda de enviar, penso que gostava que a senhora me respondesse de volta a justificar-se. Estas situações só me fazem lembrar quando vamos na estrada – e nisto acho que somos exímios – e insultamos ou gesticulamos em demasia com alguém que se atravessa à nossa frente ou faz alguma aselhice e depois aceleramos, prego à fundo, na esperança que o outro não nos alcance, porque depois não sabemos o que fazer.
terça-feira, agosto 01, 2006
Gostei de ler
Pelo título não se vai lá, mas a história é engraçada. A casa da Mariete e do Veríssimo fica nas Berlengas, onde passam 10 meses no ano. A Mariete e o Veríssimo são também os pais do cantor Beto.
Apesar de estar relativamente perto, o enjoo que sinto de estar apenas no cais, aliado ao facto de o meu mais-que-tudo gostar de água, mas só na banheira!, fez com que ainda não fosse a estas ilhas, mas esse dia há-de chegar e são histórias como estas que fazem a vontade aumentar.
O que foi não volta a ser
eu trago um buraco no futuro
traz presentes fugídios
e memórias de navios
traz tanta confiança
que se é sempre criança
mesmo quando não se quer
o que foi não volta a ser
e o que foi não volta a ser
mesmo que muito se queira
e querer muito é poder
e o que foi não volta a ser
pode vir algo melhor
embora sempre pareça
que o pior está por vir
nunca se deve esquecer
que não há volta sem partir
e o que foi não volta a ser
e o que foi não volta a ser
mesmo que muito se queira
e querer muito é poder
e o que foi não volta a ser
São uns desgraçados
quinta-feira, julho 27, 2006
Gestão no Reino Animal
Todos os dias, a formiga chegava cedinho à oficina e desatava a trabalhar. Produzia e era feliz.
O gerente, o leão, estranhou que a formiga trabalhasse sem supervisão. Se ela produzia tanto sem supervisão, melhor seria supervisionada? E contratou uma barata, que tinha muita experiência como supervisora e fazia belíssimos relatórios.
A primeira preocupação da barata foi a de estabelecer um horário para entrada e saída da formiga.
De seguida, a barata precisou de uma secretária para a ajudar a preparar os relatórios e contratou uma aranha que além do mais, organizava os arquivos e controlava as ligações telefónicas.
O leão ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com índices de produção e análise de tendências, que eram mostrados em reuniões específicas para o efeito.
Foi então que a barata comprou um computador e uma impressora a laser e admitiu a mosca para gerir o departamento de informática.
A formiga de produtiva e feliz, passou a lamentar-se com todo aquele universo de papéis e reuniões que lhe consumiam o tempo!
O leão concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga operária, trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, cuja primeira medida foi comprar uma carpete e uma cadeira ortopédica para o seu gabinete.
A nova gestora, a cigarra, precisou ainda de um computador e de uma assistente (que trouxe do seu anterior emprego) para ajudá-la na preparação de um plano estratégico de optimização do trabalho e no controlo do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se mostrava mais enfadada.
Foi nessa altura que a cigarra, convenceu o gerente, o leão, da necessidade de fazer um estudo climático do ambiente. Ao considerar as disponibilidades, o leão deu-se conta de que a unidade em que a formiga trabalhava já não rendia como antes; e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico e sugerisse soluções.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e fez um extenso relatório, em vários volumes que concluía: "Há muita gente nesta empresa".
Adivinhem quem o leão começou por despedir?
A formiga, claro, porque "andava muito desmotivada e aborrecida".
E agora deves estar a pensar: “Onde raio é que eu já vi este filme?”
Nós as mulheres…

quarta-feira, julho 26, 2006
Em arrumações virtuais

segunda-feira, julho 24, 2006
Bom dia!
sábado, julho 22, 2006
Modernices
sexta-feira, julho 21, 2006
Sabe bem ouvir
É bom saber que és parte de mim
Assim como és parte das manhãs.
Melhor, melhor é poder gozar
Da paz, da paz que trazes aqui.
"estrela, estrela", na voz de Maria Rita
é bom começar o dia, a tarde, a noite ou outro momento qualquer, com mensagens que nos dizem: "tudo se resolve" ou "tu consegues".
quinta-feira, julho 20, 2006
(título à vontade do freguês)
sexta-feira, julho 14, 2006
Os avisos de recepção-leitura-apagar sem ler dos e-mails
Fora este pequeno qui pro quo, acho esta funcionalidade uma invasão da privacidade. Eu leio os e-mails quando me apetece e respondo na mesma medida e a mais não sou obrigada!
quinta-feira, julho 13, 2006
Inédito
quarta-feira, julho 12, 2006
Uma morte diferente
No mínimo é original… a mim parece-me um tanto ou quanto constrangedor, mas a ideia de escolher os amigos com quem queremos passar as últimas horas de vida é sugestiva, apesar de não deixar de ser também algo incómoda, pela situação em que colocamos esses amigos. Enfim, isto dava pano para mangas, mas como prefiro que a morte me bata à porta sem tocar à campainha, vamos mudar de assunto!
Notícia aqui.
terça-feira, julho 11, 2006
Mas porquê?
Quê?
do Al. Pottasche, cinza de panela
s. f.,
nome que no comércio se dá a todas as variedades de carbonatos de potássio impuros;
óxido de potássio.
- cáustica: hidróxido de potássio.
Será então que posso alterar a expressão para «estou chata como a cinza de panela que a minha mãe deixou ao lume e se queimou»? Help!!! Anda tudo louco (incluindo eu que faço estes comentários absurdos!?) .
As conversas são como as cerejas
Costuma dizer-se que as conversas são como as cerejas. Não sei bem porquê, provavelmente será porque, às vezes, quando se puxa uma vêm mais umas quantas atrás. Bem, seja como for, deixem-me que vos diga: as melhores cerejas são as do Fundão e as melhores amigas também!
Seja como for, nos últimos dias as conversas têm realmente sido como as cerejas, mas num rol das más, daquelas que não queremos saber e até agradecemos que nos passem ao lado. Eu, pelo menos, prefiro assim.
Queria escrever-te, ligar, dizer mais qualquer que desse um outro alento, mas sei que não é isso que precisas. Queria dizer-te tanto, mas connosco não é assim. Mesmo a km de distância, dias sem falarmos, tudo acaba por ser dito, nem que seja em pensamento e isso é quanto basta. Não adianta forçar, já sabemos desta e de outras vidas. Não adianta pensar que as coisas se resolvem por si mesmas, temos de ser nós a dar um toquezinho para que avancem. E não adianta continuar com situações que sabemos que não nos levam a porto seguro. Por enquanto tens construído os teus castelos na areia, mas gabo-te a coragem e a força que, apesar de às vezes parecer que tem as capacidades do Homem Invisível, tens conseguido manter. Os tombos já podem ter deixado as suas nódoas negras, mas há uma coisa que sempre se manteve inalterada: continuas a ser tu própria e é por isso, e não por seres boa até mais não, de fazer parar o trânsito e de eu me divertir imenso a contar quantas pessoas ficavam a olhar embasbacadas para ti quando passávamos, que te adoro tanto.
Este não é o primeiro dia do resto das nossas vidas, mas é mais um que vai ficar para a história. Boa ou má, não interessa, porque só caindo se aprende a andar!
sexta-feira, julho 07, 2006
É este o país que temos – parte II
Notícia aqui.
É este o país que temos
Notícia aqui.
Recordes para todos os gostos
quinta-feira, julho 06, 2006
Essa nova forma de poluição
Os primeiros que vi eram de alguém que oferecia os seus serviços na área da adivinhação/cartomância/bruxaria. Daí até aos de empregadas domésticas a empresas que passam a ferro e fazem comida para fora, foi um instante. Mas hoje, mal começo a descer as escadas que vão dar ao estacionamento, vejo que os carros têm todos na porta do condutor um papel rosa choque. É a nova forma de publicidade da Clix, que assim aproveitou a ideia de prendir papelinhos na porta, na esperança que as pessoas leiam. Só que se esqueceram do pequeno pormenor de que nós portugueses ainda mandamos pastilhas e papéis para o chão, ainda não nos vergamos para apanhar o cócó que o cão fez no chão e, por isso, obviamente que há muita gente que abre a porta e quando o bendito papel não voa para o chão, fazem o favor de o atirar. Tenho pena de não ter tirado hoje uma fotografia e amanhã tirar outra para ver a quantidade de papéis que ficou no chão.
Mas ainda há outra diferença. É que enquanto os outros papelinhos são feitos por particulares ou empresas com menos dinheiro e, por isso, utilizam um papel ranhoso, a Clix, como grande empresa que é, orgulha-se em fazer papéis em tamanho gigante (se virmos em proporção) e duma gramagem bem superior.
Por isso, vamo-nos unir e ajudar o comercial da Clix que andou a colocar religiosamente os papelinhos em todos os carros a vender o seu ADSL de 20 Mb, telefonando para o n.º com que fez questão de carimbar os ditos papelinhos. Ou seja, para mais informações, é só contactar o Gonçalo Guilherme, através do 91 212 05 42, e ver se todos juntos conseguimos que ele venda muito e mude de profissão!
Portugal vs França
Portugal é muito melhor que a França e se não acreditam podem ir levar no real traseiro
“A cavalo dado não se olha o dente”
O Dado era um homem muito feio, com uma verruga na testa, umas orelhas muito grandes e peludas, e com os dentes mais tortos e podres que alguém já tinha visto e, por isso, nunca saía de casa porque os habitantes da aldeia gozavam muito com ele. Mesmo em miúdo já era muito feinho e a sua mãe começou a dar-lhe as aulas em casa, para que não tivesse de enfrentar as outras crianças. No entanto, os homens da aldeia foram morrendo e as mulheres começaram a entrar em desespero, mas lembraram-se do Dado, o último homem da aldeia. E vai daí nasceu o ditado: a cavalo no Dado não se olha para os dentes!
Quem passa a vida a reter lágrimas acaba por se afogar nelas
quarta-feira, julho 05, 2006
Taça Nostra

que assim seja!
Clorofórmio
s. m.,
substância líquida, incolor e aromática, que possui propriedades fortemente anestésicas.
E eu que só levei 3 seringadas disto e depois resolvi queixar-me com ardor na garganta, dizendo à médica, do alto da minha ingenuidade, que parecia que tinha comido um pacote de rebuçados de mentol e ela me disse que esta substância era um bocadinho forte e até era usada para anestesiar frangos.
terça-feira, julho 04, 2006
O que vai ser das crianças que viam o Buéréré?
vejam a parte de fotos no site da Ana Malhoa e vejam se encontram alguma semelhança com aquela moçoila que andou a ensinar o aeiou às criancinhas. Eu, por momentos, pensei que tinha ido dar a um site erótico.
E esta música... mas enfim, ele há gostos para tudo!
Urgências
A vida é maravilhosa quando não se tem medo, Chaplin.
O Pai Natal dá na coca.
O tempo é como é, não se deixa enganar, é preciso comprá-lo.
Tanto tempo perdido a fazer coisas sem importância e agora não tenho tempo para chegar ao hospital.
Absurdo? Não, nem por isso. São apenas algumas frases tiradas de peças que fazem parte de “Urgências 2006”, que tem como mote a pergunta “O que é que tens de urgente para me dizer?” e que estreia no Teatro Maria Matos agora no dia 6 e vai lá estar até ao fim do mês. Eu gostei, emocionei-me e saí com a sensação de que ainda tinha tanto para dizer, a tantas pessoas que gosto e que fazem com que os meus dias sejam melhores. Os olhos foram os primeiros a dar parte fraca e só me apetecia agarrar no telemóvel e ligar a toda a gente, nem que fosse para dizer “Olá, lembrei-me de ti”, porque realmente não sou a mais carinhosa das pessoas e estas são as formas que arranjo para tentar demonstrar que não me esqueço de quem é importante para mim. Antes escrevia cartas e postais enormes ao meu mais-que-tudo, até um dia em que como não recebia de troca não escrevi mais, apesar de saber que ele se expressa de outra maneira e, por isso, não lhe posso exigir que seja como eu, porque também não gosto que me exijam o que não sou. Mas, mais uma vez, e como acontece na peça, perdemos muito tempo com coisas sem importância, e as palavras que tinha de urgente para dizer ainda continuam em mim. Seja como for, e porque acho realmente que cada dia deve ser vivido como se fosse o último, espero conseguir a cada dia que passa dar mais um passo na minha evolução pessoal e passar para palavras o que me vai cá dentro. Até lá ficam os gestos e a pergunta: “E tu, o que é que tens de urgente para me dizer?”
segunda-feira, julho 03, 2006
quinta-feira, junho 29, 2006
Computador reconhece estado de espírito do utilizador
Notícia aqui.
terça-feira, junho 27, 2006
Grrrrrrrrrrr… ou inspirar, expirar...
Filosofando
“Celulite não é defeito, os furinhos querem dizer «eu sou boa» em Braille”
Quanto valem os ditados populares?
sábado, junho 24, 2006
quinta-feira, junho 22, 2006
A paciência tem limites?!
A verdade, verdadinha, é que crio certas barreiras em relação às pessoas e apesar de estar bem mais sociável do que há uns tempos atrás, há alturas em que não suporto quando não me deixam falar, quando não ouvem as pessoas e quando se julgam donos e senhores de todo o mundo e arredores.
Mas já aprendi, assim o espero, que há batalhas que não se devem comprar. Por isso, respirar fundo, meter os phones nos ouvidos e não fazer a mínima ideia do que se passa à volta ou ir à rua apanhar ar, parecem-me uma boa solução para alturas destas.
Algo se passa
quarta-feira, junho 21, 2006
Há que saber separar as águas
Essa ciência que é a numerologia
E eis que recebo um de numerologia que me pede para pôr o nome completo, a data de nascimento e o sexo, de onde obtenho a bela informação:
Você é uma pessoa firme, determinada e, por vezes, até obstinada. Não gosta de mudar seu pensamento nem seus métodos. Suas aptidões te levam para o terreno das coisas práticas, no qual você é uma pessoa batalhadora, sistemática, leal e conscienciosa. Você diz sempre a verdade, mesmo quando a ela não é agradável e, por isso, às vezes arranja inimigos. Você é uma pessoa emotiva, mas está sempre se controlando, e os outros, não percebendo isto, não retribuem seus sentimentos de amizade. Vai sempre até o fim. Assim, qualquer trabalho que exija atenção, disciplina e resistência se adaptam perfeitamente a você. Sua realização provavelmente está no mundo dos negócios.
Gostei!
quarta-feira, junho 14, 2006
terça-feira, junho 13, 2006
De cara lavada
Um feriado com sabor a férias
Eram 9h35, já tinha ido à mercearia e já ia a caminho do café e da papelaria e sabe tão bem andar por estas ruas que me viram crescer e ver pessoas alegres e bem dispostas pela manhã, a quem um simples Bom Dia! serve de alento para mais um dia igual a tantos outros. E é por isso que não troco esta minha terrinha onde Judas descansou depois de ter perdido as botas por nada! Foi aqui que nasci, que cresci, que me casei e onde vivo e, apesar de tudo, gosto de ir na rua e conhecer as pessoas, poder estar um bocadinho à conversa com cada uma, andar por onde quer que seja e sentir-me segura.
Um bom dia para todos!
sexta-feira, junho 09, 2006
A anedota do dia
Gilberto Madaíl, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, num programa da RTP em directo da Alemanha
Desculpem lá, mas isto é anedótico! Sobretudo depois de, na última vez em que me cruzei com este sr., numa iniciativa pública, para além de ter deixado o presidente da Câmara Municipal de Lisboa mais de meia-hora à sua espera, o que já de si ilustra um pouco o que se pode esperar de si, ter usado do seu tempo de antena para criticar os jornalistas que teceram comentários ao facto da Selecção ter treinado no Alentejo e ter considerado isso uma ofença para os alentejanos. E agora, aparece na TV a dizer que nunca criticou os jornalistas... enfim, ou este sr. tem graves problemas de memória ou então a temperatura a que teve sujeito quando foi pintar o cabelo provocaram-lhe algumas lesões.
O Meu Odioso e Inacreditável Noivo
Estava a tentar encontrar algumas fotos que dessem para comparar, mas estas são as melhores que consegui arranjar.

quinta-feira, junho 08, 2006
Já que estamos a falar de humor
Um casal recém-casado vai viver para a sua nova casa e o rapaz diz:
Se queres viver comigo as minhas regras são estas:
Às 2as à noite vou tomar café com os meus amigos;
Às 3as vou ao Bairro Alto;
Às 4as vou ao cinema com o pessoal;
Às 5as, 6as e sábados vou tomar um copo com os meus amigos;
Aos domingos deito-me cedo porque preciso de descansar. Se queres, queres, se
Não queres, quisesses.
Ao que a rapariga responde:
Para mim só existe uma regra: cá em casa todas as noites há sexo; Quem está, está... Quem não está, estivesse...
A par desta, só mesmo a da “fumiga” nos dias dos nossos jantares ;)
Palavras para quê?
segunda-feira, junho 05, 2006
Ó pra mim tão religiosa
O ano passado, fui a um casamento de uns primos muito especiais, que me pediram para fazer uma das leituras da cerimónia. Mas houve umas confusões e as leituras que eles tinham escolhido ninguém se lembrava quais eram. Conclusão: fomos falar com o padre, que nos disse quais eram as alternativas, e eu resolvi escolher o mesmo salmo, que já fazia parte da minha vida e que assim passei para eles.
E agora, há uns dias, recebi o mesmo salmo por e-mail, numa daquelas mensagens em que supostamente pedes um desejo e mandas o e-mail para não sei quantos amigos e o teu desejo se realiza. Como eu acho que nós precisamos de fazer algo mais do que mandar e-mails para que os nossos desejos se realizem, guardei o e-mail na caixa de correio para mais tarde recordar, mas acho que vale a pena colocá-lo aqui. Quanto mais não seja, porque eu gosto.
E reza mais ou menos assim:
“O Senhor é meu pastor, nada me faltará. Em verdes prados ele me faz repousar. Conduz-me junto às águas refrescantes, restaura as forças de minha alma. Pelos caminhos retos ele me leva, por amor do seu nome. Ainda que eu atravesse o vale escuro, nada temerei, pois estais comigo. Vosso bordão e vosso báculo são o meu amparo. Preparais para mim a mesa à vista de meus inimigos. Derramais o perfume sobre minha cabeça, e transborda minha taça. A vossa bondade e misericórdia hão de seguir-me por todos os dias de minha vida. E habitarei na casa do Senhor por longos dias.”
quarta-feira, maio 31, 2006
segunda-feira, maio 22, 2006
Incrível!
“"bullying" (…) consiste, segundo Alexandre Ventura, do departamento de Ciências da Educação da Universidade de Aveiro, "na violência física e/ou psicológica consciente e intencional exercida por um indivíduo ou um grupo sobre outro indivíduo, ou grupo, incapaz de se defender e que, em consequência de tal agressão, fica intimidado, podendo ver afectadas as respectivas segurança, auto-estima e personalidade”.
Notícia aqui.
Corrida Lisboa - A mulher e a vida
Eu vou lá estar e vocês?
Corrida Lisboa - A mulher e a vida
sábado, maio 20, 2006
Pretty Woman
sexta-feira, maio 19, 2006
quinta-feira, maio 18, 2006
A loja dos ciganos

Para os mais pitosgas, a t-shirt diz: "só ando nisto pelo estacionamento".
Renault Velsatis
Mas que nervos!
Jante Integral
quarta-feira, maio 17, 2006
Insólito na auto-estrada
No mínimo, original
A notícia aqui.
Impossible is Nothing
terça-feira, maio 16, 2006
Leve onde quiser
A propósito deste assunto, e porque queria arranjar uma foto dos cartazes para plantar aqui, fui ao google à procura e devo-vos dizer que não fui só eu a achar que o slogan podia ser propício a comentários menos próprios, como o meu título por exemplo...
Mas que nada...
Normalmente ouço as mesmas rádios, quanto mais não seja porque as tenho gravadas, e hoje, pelo caminho, estava a ouvir a Orbital quando me lembrei que há muito tempo que não ouvia a música “Mas que nada”, na versão cantada pelos Black Eyed Peas e decido mudar para a Cidade e não é que estava a dar essa música?
Não sei se isto acontece com mais gente, mas sei que eu me sinto de alguma forma gratificada por estes acontecimentos inexplicáveis.
Será?
Este é o slogan da peça de teatro "O Submarino" que junta Teresa Guilherme e Miguel Falabella no palco do Tivoli. Achei curiosa a frase e quis partilhar com vocês, na esperança de que muitos a contradigam. Eu, pelo menos, acho que o casamento não é um mar de rosas, mas também onde é que já se viu um mar de rosas? Só mesmo em filmes… ou seja, o casamento até pode ser como o submarino, mas com a hipótese de vir à tona para respirar mais um pouco!
sexta-feira, maio 12, 2006
Hoje é dia de festa
A primeira pessoa com quem falei foste tu e, nem de propósito, mudei de “casa” no dia do teu aniversário. O lado positivo que tentámos procurar no outro dia já apareceu. Andava perdido, mas aquela que não é linkável descobriu-o, afinal podia ter sido bem pior e esse é o lado positivo.Seja como for, serve este post para te dizer aquilo que já sabes há muito tempo – não sei como me aturas… e eu, não sei viver sem ti, sem as tuas ideias, sem as tuas opiniões, sem os teus pontos de vista, sem as tuas piadas, sem a tua presença quase constante na minha cabeça, mas sempre constante no meu coração. Se ainda não sabias, ficas agora a saber: és o meu melhor amigo e eu adoro-te!
Mentir nem sempre é mau
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as férias… E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, passava tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela. O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma ténue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar e embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto. Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosa do lado de fora da janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem...